Na minha vida você foi tão importante
Fez de mim, que era noite, amanhecer
Mas de repente procurei o amor da gente
Como era triste despedir do meu viver
Fez do nordeste, o meu jardim, uma linda flor
Fez tempestade que jamais esquecerás
Fez um acero e depois me botou fogo
Deixando em mim uma vontade de amar
Hoje me encontro procurando uma saída
Uma porta aberta que me faz te esquecer
Mas sempre volto recordando a despedida
Que me fez triste, mas feliz por ter você
Que triste sina é o pensamento no passado
A lembrança, que é de mim, o meu sofrer
Como num jogo eu sou a carta de um baralho
Sendo jogado nesta vida pra vencer.
Nascido em São Paulo, criado em Macaúbas, interior da Bahia, aqui posto minhas poesias que retratam os momentos da minha vida. Espero que gostem!
segunda-feira, 21 de março de 2011
domingo, 20 de março de 2011
CONFISSÕES DE BRASÍLIA
Na barganha com o tempo
Troca-se por dinheiro o pudor
Sou o grito no deserto
Sou acúleos duma flor
Do passado, o presente
Sou um sonho que brotou
Pouco se sabe
Tudo se ver
É tudo inconstante
É tudo sofrer
Inflação, fome e sofrimento
Eis aqui o que restou
Sou dum golpe, o ferimento
Que nunca cicatrizou.
Troca-se por dinheiro o pudor
Sou o grito no deserto
Sou acúleos duma flor
Do passado, o presente
Sou um sonho que brotou
Pouco se sabe
Tudo se ver
É tudo inconstante
É tudo sofrer
Inflação, fome e sofrimento
Eis aqui o que restou
Sou dum golpe, o ferimento
Que nunca cicatrizou.
RETROSPÉCTO
Em Babilônia, fui amor
Já vivi a solidão
Fui Nabucodonosor
Num castelo de ilusão
Já Pequei, não é bom isto
Já vivi a depressão
Já falei com Jesus Cristo
Com Lamarka e Lampião
Já chorei por um abismo
Já plantei sem emoção
Já vivi no feudalismo
Numa grande servidão
Já briguei com o grande César
Derrotei a solidão
Já fiz parte duma festa
Onde eu fui Napoleão.
Já vivi a solidão
Fui Nabucodonosor
Num castelo de ilusão
Já Pequei, não é bom isto
Já vivi a depressão
Já falei com Jesus Cristo
Com Lamarka e Lampião
Já chorei por um abismo
Já plantei sem emoção
Já vivi no feudalismo
Numa grande servidão
Já briguei com o grande César
Derrotei a solidão
Já fiz parte duma festa
Onde eu fui Napoleão.
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